Hoje não tenho poesia que caiba numa mão fechada e pequena.
Não tenho interesses que passem de átimos de segundos.
Também não tenho curiosidades que incomodem momentos de meus dias.
Hoje não tenho ninguem a quem seguir nem estrada para voltar.
Estou estanque por meu querer.
Estático como frequencias que nunca se repetem.
Hoje estou sem cores e sem sons.
Talvez uma música em branco e preto.
Talvez uma pintura com dois ou três acordes.
Me impressiona a profundidade de sua alma.
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